Investimento na Saúde e Segurança do Trabalho (SST)!

Prezamos por um ambiente de trabalho saudável. O investimento em saúde e segurança do trabalho demonstra o comprometimento da empresa com a saúde e bem estár de todo quadro de funcionários. Além disso, a eliminação dos riscos e mantém o foco na execução do trabalho prestado.

Elaboração e execução de projetos hidroambientais

Especializada na elaboração de estudos, projetos, análises, relatórios e pareceres técnicos, além de planejar, executar e realizar a gestão da implementação de ações de controle e monitoramento ambiental.

Programa COFPISNE Sustentável

Cuida da qualidade e segurança do meio ambiente, por meio do desenvolvimento sustentável aplicado nas operações e processos de todo o complexo, desenvolvendo ações socioambientais para o equilíbrio entre as atividades da empresa e o bem-estar da sociedade: isso é compromisso e responsabilidade com a biodiversidade.

Palestras de conscientização social e educação ambiental

Pesquisadores e especialistas aplicam atividades educativas para conscientizar os moradores sobre a importância de preservar a água (em regiões ribeirinhas). Articula e promove ações de conscientização social e enfatiza a interação com a comunidade ao iniciar um longo projeto de educação ambiental.

Conheça nossos parceiros!

A COFPISNE Sustentável entende que o sucesso de qualquer organização não se faz sozinho e que o trabalho em parceria é fundamental para alavancar resultados.

O SINPISBA irá gerar mais de 80 mil empregos diretos e indiretos na região de Irecê

Sua meta inicial é escoar a produção agrícola no perímetro irrigado do projeto e beneficiar mais de 20 Mil pequenos agricultores de agricultura familiar em toda a região.

Pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica é nossa base

Pesquisadores e especialistas da COFPISNE investigam e desenvolvem constantemente, novos métodos científicos e projetos capazes de solucionar, da melhor forma, os problemas normalmente encontrados durante as inspeções técnicas

Responsabilidade com o meio ambiente e o social

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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

COFPISNE Sustentável discute Pleitos em véspera de Natal para 2018 com a Prefeitura Municipal de Irecê na manhã de sexta-feira (22/12).


SEGUNDO ANO DE GESTÃO DO PREFEITO ELMO VAZ GARANTE APOIO AOS PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS DA COFPISNE SUSTENTÁVEL PARA O MUNICÍPIO DE IRECÊ, QUE JÁ TEM NOVO ENCONTRO MARCADO PARA O DIA 03 DE JANEIRO DE 2018.


Por: Maykon Mendes





O Prefeito Elmo Vaz, após pedidos protocolados pela empresa, recebeu o Pesquisador Projetista Maykon Mendes - gestor geral da empresa e a diretora Aline Gleicy - que também é sua esposa e  microempreendedora da Aline Modas nesta manhã de sexta-feira, para ouvir os Pleitos que já estão com pedidos de providência aprovados no plenário da câmara municipal de Irecê desde janeiro de 2017 de forma unânime. Os projetos da empresa que conquistou a multidão fora do município tem objetivo de atender não só ribeirinhos as margens dos rios Verde e Jacaré, como também, trabalhar no fomento à implantação de indústrias na região, tendo em vista até o momento, a cidade de Irecê como Piloto do Pleito.

A reunião teve o objetivo de tratar sobre pleitos que preparam a cidade piloto para implantação do Parque Industrial Ecológico no qual já tem Pedido de Providência aprovado na Câmara solicitado pelo Vereador Paulo Joaquim de Souza - conhecido como Paulinho do Destak. 

Outros pleitos também foram discutidos como:

- Programa Jovem Cientista da COFPISNE Sustentável que tem a meta de gerar produção científica de forma multidisciplinar para o município e para a região, contemplando estudantes da rede municipal e estadual, estudantes de escolas técnicas que farão parte do grupo de pesquisadores Júnior para explorar inicialmente áreas do saneamento básico e desenvolvimento sustentável.

- Reajuste do recurso financeiro que é repassado mensalmente para a CEUNI - Casa de Estudantes Universitários de Irecê na cidade de Campina Grande-PB. O pleito foi estruturado ainda na gestão anterior quando a residência sofria ameaças de vândalos e invasões por marginais no ano de 2015, onde os estudantes se reuniram em reuniões internas e discutiram melhorias da casa, concluindo que faz-se necessário um aumento do recurso repassado mensalmente no objetivo mudar de residência para um bairro mais seguro. O prefeito atendeu ao Pleito no meio do ano de 2017 ainda no período que as audiências públicas para discussão do PPA estava sendo realizadas na câmara municipal. Elmo Vaz argumentou que a secretaria de assistência social irá ofertar bolsas de R$ 200 reais para estudantes que já residem nas casas de apoio da prefeitura fora do município e R$ 300 reais para estudantes que se declaram universitários e residem fora do município sem auxílio da prefeitura. Além desse valor de ajuda de custos, a Prefeitura continuará cobrindo gastos com Aluguel, Água e Luz. 

Outros Pleitos;

- Reforma e ampliação do cemitério público municipal - Pedido de providência também aprovado pelos parlamentares do município de forma unânime - Pedido solicitado pelo Vereador Leonardo da Silva - Léo da Unibel. Esse Pleito já é antigo e as esperanças é que a atual gestão consiga atender a demanda da forma que o projeto foi elaborado. O projeto se encontra pronto orçado em 2,8 Milhões no qual  visa  ampliar o cemitério para atender o público por mais 12 anos. A atual situação do cemitério é de 25 sepultamentos/mês tendo espaço para sepultamentos até abril de 2018. (Fonte: COFPISNE)

Imagem de: Pascoal Ferreira do Irecê Repórter.

Na imagem: Maykon Mendes, Pedro Sodré e Professor Absolon Matos.

No que compete à Secretaria de Indústria e Comércio, o pleito discutido foi o PIE-Parque Idustrial Ecológico de Irecê no qual já tem também Pedido de Providência aprovado na Câmara Municipal por unanimidade - Pedido solicitado pelo Vereador Paulinho do Destak.

O Pleito já foi discutido algumas vezes na Capital Baiana junto aos Deputados Aderbal Caldas, Eduardo Salles nos quais expandiram o tema para a SUDIC que teve sugestões do Presidente Jairo Pinto Vaz. "Agora é a hora do Prefeito de vocês... Peça a ele para que nos encaminhe um requerimento solicitando os estudos de viabilidade técnica e econômica do Parque, porque a SUDIC já implantou 8 (oito) distritos industriais na Bahia e com certeza, Irecê poderá ser o nono. Não tenho dúvida da riqueza que as indústrias irão gerar para a região e para a Bahia. O governo apoia essa causa"... Argumentou o Jairo Vaz - Presidente da SUDIC - Superintendência de Indústria e Comércio da Bahia.

Imagem 4: Reunião com o Deputado Aderbal Caldas e Jairo Pinto - Presidente da SUDIC, Vereador Paulinho do Destak, Paulo Andrade e Sandra Oliveira da COFPISNE Sustentável e Maykon Mendes Gestor Geral.
O que a COFPISNE precisa da Prefeitura para que esses projetos socioambientais contemplem o município e a região é apoio em forma de parceria ou convênio com a empresa para por em prática esses Projetos, seja eles, um ante-projeto, um pré-diagnóstico ou até mesmo um simples 3D como maquete eletrônica.
O poder executivo e o poder legislativo do município devem estar cientes de que as indústrias só virão para se instalar na região se houver incentivos seja ele em forma de redução de impostos ou doação de terrenos para implantação das indústrias. A COFPISNE está propondo algumas estratégias que facilite o processo e atenda as condicionantes perante a Lei na Constituição, tendo em vista que faz-se necessário a redução de ISS, IPTU, etc. A Lei 8.883 de 1994 revigora a Lei 8.666 e dar dispensa de licitação para doação de terreno para implantação de indústrias desde que haja justificativa pelo poder executivo ao poder legislativo e confirma que não é caso de improbidade administrativa doar terrenos em forma de incentivos para geração de emprego e renda no município, uma vez que não é doação, e sim, permuta, pois as empresas deverão dar a contrapartida num prazo estabelecido como construção de creches, escolas municipais, praças, pavimentação de ruas urbanas, projetos socioambientais, etc.




O distrito industrial dos municípios de Texeira de Freitas, Ilhéus, Camaçarí ambos na Bahia só cresceram porque a Prefeitura e a Câmara municipal aprovaram projetos de leis que garantiram essa situação de incentivo, facilitando aos empresários viabilidade para fazer financiamentos via BNDES, FNE e Desembahia.

A reunião foi curta, porém muito produtiva, pois o Prefeito estava disposto e as Pautas foram bem organizadas em um rascunho que teve a rubrica a punho do prefeito e sua ciência. São essas;

Anel Viário do Município de Irecê e Distritação da Cidade em Quatro Distritos:  Distrito Industrial, Distrito Comercial, Distrito Educacional e Distrito Jurídico - Criação do Centro Administrativo no Distrito Jurídico. Pleito esse para ser discutido posteriormente no Plano Diretor do Município.

- PARQUE ECOLÓGICO DA CIDADE - Pedido de Providência também aprovado na Câmara de Vereadores de Irecê - Solicitado pelo Vereador Paulo Joaquim. O prefeito renomeou o projeto como Parque das Águas. Localizado atrás do parque de exposições da cidade, ele contempla uma ária equivalente a quase 8 praças da Clériston Andrade.

- Criação de uma praça arborizada com academia ao ar livre, que visa transformar a área da ETE-Estação de Tratamento de Esgoto da Embasa, situada na Rosita Lopes Soares, no Bairro Vivendas, à qual se encontra desativada, transformando-a em uma praça pública. 

E finalmente, os últimos pleitos extras nos quais são:

- Georreferenciamento da Cidade de Irecê para auxiliar nas tomadas de decisões da - gestão, e
- Duplicação da Av. 1º de Janeiro  com a construção de 2 rotatórias, uma cruzando a Rua Antônio Otaviano Dourado e outra em frente a Nova Skin.

Em 40 minutos foi possível discutir todos os Pleitos que a COFPISNE Sustentável preparou durante esses anos para a cidade Piloto do PIE-Parque Industrial Ecológico porque COFPISNE é nada mais do que um COMITÊ DE FOMENTO DOS PARQUES INDUSTRIAIS DO SEMIÁRIDO DO NORDESTE.

O Secretário de Governo João Gonçalves na presença do Prefeito Elmo Vaz, confirmou nosso próximo encontro para o dia 03 de janeiro do ano seguinte. Ou seja, 2018 entrará com a realização de muitos sonhos!

O Prefeito nos orientou de quais secretários devemos procurar para tratar de cada Pleito, e assim, o Projetista e sua Esposa e Secretária  foram até a Secretaria de Indústria e Comércio para também notificar o Secretário Pedro Sodré no qual já tem ciência da situação desde fevereiro desse ano.

O recesso entrou para as secretarias, mas a COFPISNE continuará ativa todos os dias nesse final de ano para receber a todos que quiserem conhecer seus projetos.

O Pedro muito corrido, os recebeu muito bem e assim, foi protocolado uma cópia dos pleitos para serem discutidos posteriormente em um próximo encontro integrado.




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terça-feira, 25 de julho de 2017

Proposta para elaboração de anteprojeto do Canal da Redenção acaba de ser encaminhada ao Ministério da Integração Nacional via CODEVASF.

Na tarde de hoje (25/07), a CODEVASF – Unidade Regional de Irecê-Ba concluiu o processo de requerimento e encaminhamento dos primeiros estudos do Canal da Redenção – Eixo da Produção do Projeto São Francisco, situado na região de Irecê – semiárido baiano. O documento será encaminhado amanhã, (26/07) à Brasília.


 
Foto Divulgação: Dr. Luis Alberto - Coordenador Regional da CODEVASF Irecê dando sua contribuição no requerimento do anteprojeto Canal da Redenção. 

O coordenador regional, Dr. Luis Alberto recebeu em seu escritório a pasta com a proposta comercial da empresa COFPISNE Sustentável, com descrição das etapas para estudos e elaboração do anteprojeto do “Eixo da Produção do Projeto São Francisco” – O CANAL DA REDENÇÃO DA REGIÃO DE IRECÊ, que prevê o crescimento econômico e desenvolvimento sustentável da região de Irecê e perenização de 1146km de riachos e rios da região. Em anexo, a empresa solicitou ao Dr. Luis Alberto, o encaminhamento à Drª. Kênia Régia A. Marcelino – Presidenta da CODEVASF-DF, o documento titulado de carta de requerimento com assinaturas de todas as autoridades do território de Irecê, ao qual serão apresentados ao Exmo. Sr. Dr. Helder Barbalho – Ministro da Integração Nacional, em atenção a vossa solicitação conforme audiência realizada no dia 22 de maio de 2017, na presença de lideranças políticas, prefeitos da região de Irecê e da presidente da CODEVASF.
A perspectiva é de que no próximo mês o pedido de todas as autoridades do território seja atendido em virtude do anseio social e da necessidade em se atender a região com soluções imediatas a crise hídrica enfrentada durante anos, onde não há mais possibilidade de atividades agrícolas por falta d’água, no setor rural.

Pesquisador Maykon Mendes, Dr. Luis Alberto e Aline Gleicy - Téc. Seg. do Trabalho. 

O Dr. Luis Alberto também sugeriu que o documento deva ser encaminhado aos Deputados Parlamentares representantes da Região, solicitando o auxílio dos mesmos com emendas parlamentares não só no anteprojeto mas também, nas próximas etapas dos estudos como: estudos definitivos de execução, licenças ambientais (EIA/RIMA) e execução por etapas. Para o Coordenador Dr. e especialista em Recursos Hídricos, Eng. Agrônomo, o projeto é sim, muito viável de forma técnica e econômica, tendo o seu seu título válido e verdadeiro – A redenção da Região. No relatório com as assinaturas das autoridades foram acrescentados nomes de alguns Deputados que apoiam o projeto.

O QUE É O CANAL DA REDENÇÃO?

O Canal da Redenção é um projeto de deslocamento de uma pequena parcela das águas do rio São Francisco, no estado da Bahia, que contempla a região de Irecê – semiárido da Bahia – equivalente a 4,6% do território do estado garantindo mais emprego e renda para os baianos e produção de alimentos para o Brasil. Seu eixo principal partirá da cidade de Xique-xique-Ba, com captação inicial de 20m³/s, equivalente a 0,71% do volume de água que passa no Rio, na área da captação, que é 2800m³/s em período de estiagem. O canal se estenderá por 160km paralelo a rodovia Ba052, passando pelos municípios de Itaguaçu-da-Bahia, Central, Presidente Dutra, Irecê, João Dourado, finalizando em América Dourada, desaguando-se uma pequena parcela no rio Jacaré. Idealizado e projetado por Maykon Mendes – Pesquisador Projetista em Recursos Hídricos, Recuperação Hidroambiental e Desenvolvimento Sustentável, o Canal da Redenção terá capacidade máxima de 60m³/s semelhante ao projeto Baixio de Irecê, capacidade de operação de 20m³/s e tem a proposta de anexar a Bahia na transposição do rio São Francisco do Ministério da Integração Nacional.
O projeto propõe atender mais de 80 mil pequenos produtores em seu perímetro com reforma agrária natural existente em toda área. Inicialmente, o projeto irá beneficiar diretamente 18 municípios da região: Xique-xique, Itaguaçu da Bahia, Central, Uibaí, Presidente Dutra, Jussara, São Gabriel, Irecê, Lapão, Canarana, Barro Alto, Barra do Mendes, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, João Dourado, América Dourada e Cafarnaum. Além do atendimento “humano, animal, agrícola e industrial”, a oferta hídrica também propõe a recuperação hidroambiental das Bacias Hidrográficas da Região de Irecê, por meio da limpeza da calha dos rios Verde e Jacaré e perenização de 1146km de riachos e rios da região de Irecê semelhante ao projeto da Integração do Rio São Francisco com as bacias setentrionais do polígono das secas nos estados do Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. A Bacia dos rios Verde e Jacaré tem prioridade máxima de revitalização, baseada no mapa de produção anual de sedimentos (ton/há/ano), que se desaguam na bacia do rio São Francisco. (Fonte: Plano de Preservação e Recuperação de Nascentes da Bacia do Rio São Francisco; CODEVASF/Usace, 2014.)
O projeto propõe ao Governo Federal, sob responsabilidade do Ministério da Integração Nacional via CODEVASF, um empreendimento capaz de beneficiar mais de meio milhão de habitantes. A obra prevê a construção de 160 quilômetros de canais de concreto em um só grande eixo (eixo da produção do projeto São Francisco) ao longo do território de Irecê no Interior da Bahia, tangente ao Médio-São-Francisco. Ao longo do caminho, o projeto prevê a construção de 10 a 15 estações de bombeamento de água, porém, o objetivo desse estudo do anteprojeto é estimar precisamente a quantidade necessária de estações elevatórias, estações de pressurização, controles de nível, pontes-canais, bueiros, tomadas d’água, pontes sobre o canais, comportas, aterro e escavação, área de vegetação para supressão, construção de estradas, subestações de energia elétrica e linhas de transmissão. O projeto prevê também a construção de 118km de redes de adutoras de aço-carbono para transportar água do Canal da Redenção até as cabeceiras dos principais riachos e rios contemplados para perenização e sistemas de bombeamento pressurizado para as propriedades no perímetro do projeto.

Banner Ilustrativo do Projeto Canal da Redenção.
 COMO A COFPISNE SUSTENTÁVEL PODE AJUDAR?

A COFPOISNE Sustentável possui uma equipe técnica multidisciplinar, especializada em dar consultoria, elaborar e executar projetos hidroambientais, transposições, saneamento, outorgas d’água, licenciamento ambiental e gestão hídrica, dimensionamento e construção de indústrias, agroindústrias, elaboração de planos de negócio para incentivo empresarial no âmbito do desenvolvimento sustentável. Nosso objetivo é viabilizar empreendimentos que geram passivos ambientais, equacionando e solucionando os impactos negativos provocados no empreendimento e oferecendo soluções sustentáveis para seu negócio.

Equipe Técnica da Empresa COFPISNE Sustentável e Ribeirinhos limpando calha do rio. 


EM QUE FASE O PROJETO SE ENCONTRA?

O projeto já realizou estudos de pré-diagnóstico, diagnóstico e prognóstico do projeto executivo. Agora a COFPISNE Sustentável está em fase de captação de recursos e apoio político para elaboração do ANTEPROJETO.

O ANTEPROJETO

Objetivo principal

O anteprojeto solicitado a CODEVASF tem o objetivo de levantar dados In Loco capazes de estimar aproximadamente o valor global da obra, os gastos gerados em sua operação, as principais características do projeto e o número de benefícios que o projeto irá gerar.   

Objetivos específicos

- Estimar o número de elevatórias necessárias para o eixo da produção, dimensioná-las e estimar o consumo médio de energia potencial elétrica necessária durante a operação do sistema, fazer geolocalização, e estimar a área à ser desmatada.
- Projetar as principais redes de adutoras que garantirá a perenização dos riachos e rios contemplados pelo projeto, estimar o número de elevatórias necessárias para as adutoras principais e dimensioná-las, estimar o consumo médio de energia potencial elétrica necessária durante a operação do sistema, calcular a capacidade de operação, fazer geolocalização e estimar a área à ser desmatada.
- Estimar a população média à ser atendida diretamente e o número de famílias no setor rural no entorno do projeto.
- Estimar os gastos necessários para elaboração do projeto definitivo de execução das primeiras etapas da obra que necessita de desmatamento para estudos de nivelamento.
Estipular a quantidade de trincheiras que necessitam ser construídas nos 1146Km de riachos e rios à serem perenizados.
- Estimar o número de barragens privadas na calha dos dois rios (Verde e Jacaré) e levantar os passivos ambientais, soluções e impactos positivos quando ouvem.
- Levantar dados técnicos que garantam a viabilidade técnica, social, ambiental, econômica e financeira de todo o complexo em execução, facilitando assim, a aprovação da execução do mesmo.


Justificativa

O nome já diz tudo; “O Canal é a Redenção da Região”.O anteprojeto ou pré-projeto é importante para as etapas seguintes da pesquisa e elaboração do projeto definitivo de execução, pois é ele, “a primeira proposta de sistematização para ser testada, modificada e aperfeiçoada na medida em que a delimitação da questão a ser pesquisada for amadurecendo”. Além disso, a elaboração do pré-projeto ajuda a equipe técnica a aproveitar as incertezas ou as ideias que estão muito vagas, com a finalidade de extrair o máximo de princípios que conduzirão o futuro projeto definitivo de execução.
A justificativa em inserir a Bahia na transposição do rio São Francisco é a necessidade hídrica existente na região semiárida do estado. A região de Irecê tem solos férteis e reforma agrária natural. É reconhecida a décadas como a capital do feijão em virtude da produção de feijão no passado por sequeiro. Após as estiagens das chuvas, foi necessário construção de barragens nos rios Verde e Jacaré para represamento de água e garantia hídrica por mais tempo na lavoura. Foi necessário também perfuração de muitos poços artesianos na região para exploração das águas subterrâneas. Com alguns anos de uso das reservas de água e sem chuvas, a oferta hídrica diminuiu de forma significativa. Hoje, existe a alternativa em se captar água no rio São Francisco para uso humano, com a possibilidade de captação para atividades produtivas e industriais. O Canal da Redenção tem possibilidade de perenizar 1146km de riachos por gravidade na região, e as sobras de água retornam para o rio São Francisco. Com a irrigação e a disponibilidade hídrica nos solos da região, será possível recarregar os lençóis freáticos da região após alguns anos de operação, onde a água será infiltrada. Além da recarga dos lençóis freáticos, o projeto possibilitará a  Implantação de um Parque Industrial Ecológico na região para atender e processar a oferta produtiva. O parque industrial ecológico deverá ser implantado na cidade de Irecê, entre Irecê, povoado do Achado e Lapão. O projeto também prevê a preservação de reservas vegetais nativas na região, tornando-as em corredores ecológicos, com fiscalização ambiental e equilíbrio ecológico do bioma.
A região de Irecê tem grande potencial agricultável e solos férteis, adequados a qualquer zoneamento agrícola. O projeto necessita-se de um anteprojeto para escolha do melhor trajeto do canal principal baseado na Topografia do terreno. O Projeto tem a possibilidade de gerar mais de 250.000 empregos diretos e indiretos em todo o complexo.
O Parque Industrial tem o objetivo de beneficiar toda a produção agrícola do Projeto e o canal de Irrigação tem o objetivo de formar o sistema de integração entre produtores, cooperativas, associações, empresas e o próprio Governo. O Projeto será administrado pela CODEVASF – Órgão público vinculado ao Ministério da Integração Nacional, capaz de planejar, discutir e executar obras hídricas vinculadas ao Vale do Rio São Francisco e do Parnaíba, mantendo em funcionamento integrado  muitos outros grandes empreendimentos dentro e fora da Região.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Projeto de revitalização do rio Verde é discutido na câmara dos deputados em Brasília no qual já foi lançada a proposta para o MIN para o dia seguinte

A prefeitura municipal de Itaguaçu da Bahia abraçou a causa, que também já era iniciativa popular. O Prefeito Ivan Oliveira, junto com seus assessores: Adão - Ex-Prefeito do município e Emanuel Rocha, levaram o projeto à Câmara dos Deputados em Brasília  para apresentar ao Parlamentar Beto Salame, no qual já tem estudos do projeto traçados pela equipe técnica da empresa COFPISNE Sustentável - Especializada em Recuperação Hidroambiental. 


Por: Maykon Mendes


Foto: Divulgação (Danilo Fronchetti, Dr. Manoel Claudio F. Veloso, Emanuel Rocha, Prefeito Ivan Oliveira e o Deputado Beto Salame, em discuso sobre o projeto de revitalização do rio Verde em Itaguaçu da Bahia). 

Durante a tarde de ontem, dia (01/02), o prefeito do município de Itaguaçu da Bahia - Ivan Oliveira deu entrada no gabinete do Deputado Beto Salame para requerimento de recursos físico-financeiros para execução das obras do projeto de revitalização da bacia do rio Verde - afluente da margem direita do rio São Francisco localizado na Área 01 da Bahia, correspondente a 4,6% do território do estado, de clima semiárido (IBGE).

Itaguaçu da Bahia é um município da Microrregião de Barra, na Mesorregião do Vale São-Franciscano da Bahia, no estado da Bahia, no Brasil. Sua população estimada era de 13 209 habitantes. A população do município ampliou, entre os Censos Demográficos de 2000 e 2010, à taxa de 1,56% ao ano, passando de 11 320 para 13 209 habitantes, segundo o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

De acordo com os estudos traçados pela equipe técnica da COFPISNE Sustentável, o rio Verde (BAHIA) nasce no município de Ibipeba-BA, com suas principais nascentes à montante da barragem Manoel Novaes, porém, recebe água de outros afluentes e riachos durante os períodos chuvosos.

A equipe identificou 6 nascentes de grande potencial hídrico no território de Ibipeba, mas garantiu que há indício de muitas outras nascentes nessas proximidades a um raio de 2km devido os dados coletados In Loco. Além dessas nascentes existentes nos povoados de Lameirão e Salitre, também existe as nascentes que fica no alto da serra que divide as bacias dos rios Verde e Jacaré no território de Barra do Mendes, também já identificadas pela equipe de Pesquisadores da Empresa, sendo eles: Professor Absolon Matos e o Projetista Pesquisador proprietário. "Estas águas que nascem no alto da cerra de Barra do Mendes não tem o mesmo potencial hídrico como as nascentes existentes no território de Ibipeba e Itaguaçu, porém, toda nascente ou mina de água é importante e merece cuidados de preservação, independente do potencial hídrico que ela tenha, porque água é vida".  


Maykon Mendes - Pesquisador Projetista - Gestor Geral da COFPISNE Sustentável, Danilo Fronchetti, Dr. Manoel Claudio F. Veloso).  
O rio que corta dois dos principais municípios da bacia, tem sua maior área de toda a bacia, no município de Itaguaçu da Bahia, com distância de 193km de leito, cotando do extremo sul ao extremo norte do território de Itaguaçu da Bahia, e aproximadamente 122km de distância em linha reta de uma extremidade a outra (MENDES, M. SANTOS, L., 2017). Porém, o maior volume de água está concentrado no território do município de Ibipeba-BA devido a existência da Barragem Manoel Novaes, que acumulam suas águas, e liberam poucas vazões. 

Alguns detalhes técnicos importantes merecem destaque, como: declinação de seu leito, onde os gráficos gerados de resultados das pesquisas In Loco e por fotometria feitos pela equipe técnica descrevem que só relacionado ao território de Itaguaçu, o leito tem Elevação: Mín., Méd., Máx. de: 387, 408, 458m, respectivamente | Ganho/perda de elevação: 718m, -784m |  Inclinação máxima: 1,9%, -1,9% | Inclinação média: 0,3%, -0,3%. Esses dados justificam porque o rio tem velocidade de vazão baixa e facilidade de assoreamento e obstrução por sedimentos orgânicos e inorgânicos. (MENDES, M. 2017). 

Alguns problemas encontrados nas pesquisas In Loco no rio Verde apontam que o rio se encontra em ativo assoreamento de suas margens, excesso de macrófitas - vistas como pragas vegetais para o rio, degradação por ação humana nas áreas de nascentes, nos riachos e leitos, margens desmatadas para cultivo agrícola irrigado, excesso de bombas de irrigação sem regularização pelo INEMA, barragens desnecessárias que só dificultam o escoamento das águas e não faz a função das trincheiras responsáveis pela perenização do rio em período de estiagem feito por controle de nível, falta de saneamento básico nas localidades ribeirinhas, nascentes desprotegidas de animais domesticados, inclusive, existência de currais de gado nas áreas das nascentes que contaminam as águas com chorume das fezes, aumentando ainda mais a densidade das macrófitas como a taboa, o junco, o alface d'água, a baronesa e muitos outros. 
  
Prefeito Ivan Oliveira e o Deputado Federal Beto Salame 
O projeto foi discutido com atenção dobrada por todos e a reunião com o ministro da integração nacional Helder Barbalho já foi marcada para o dia seguinte (02/02), no qual será discutido outros projetos para o Território de Irecê a pedido da Prefeitura municipal de Itaguaçu da Bahia em parceria com a COFPISNE Sustentável. 

O rio Verde - um dos afluentes do rio São Francisco merece a atenção que está tendo. Presentes na reunião: Danilo Fronchetti, Dr. Manoel Cláudio F. Veloso - Cardiologista e Político, Emanuel Rocha, Deputado Federal Beto Salame, Prefeito Ivan Oliveira e Maykon Mendes - Gestor Geral da COFPISNE Sustentável. 



quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Grupo Banana do Vale contrata empresa COFPISNE Sustentável para revitalização do rio Utinga

A iniciativa partiu da empresa RM Frutas LTDA ME e seu representante legal, o Sr. Romero Francisco da Silva, localizada do município de Vágner-Ba. A sensibilização não se limitou apenas entre os grandes irrigantes, pois a comunidade da Cabeceira do Utinga e o grupo indígena Payayá formado por 30 famílias, também abraçaram a causa, todos por um só objetivo, “revitalização do rio Utinga”.



Equipe técnica da COFPISNE Sustentável em visita a tribo indígena Payayá na comunidade da Cabeceira do Utinga.
Imagem: Divulgação.

Por: Maykon Mendes

Indisposto com a incessante realidade dos impactos negativos nítidos no rio Utinga por diversos passivos ambientais de empreendimentos privados que dependem exclusivamente do Rio Utinga para irrigar suas plantações e alimentar seu rebanho e que insistem em derrubar suas matas ciliares, em retirar milhões de litros d'água diariamente sem nenhuma ação de revitalização e de comunidades as margens do rio nas quais irrigam diariamente suas lavouras de subsistência por inundação, a empresa precursora conseguiu sensibilizar todo o Grupo Banana do Vale, constituído por 20 empreendimentos produtores de banana irrigada entre os municípios de Utinga e Vágner.

A sensibilização não se limitou apenas entre os grandes irrigantes, pois a comunidade da Cabeceira do Utinga e o grupo indígena Payayá formado por 30 famílias, também abraçaram a causa, todos por um só objetivo, “revitalização do rio Utinga”.

Para a empresa, o serviço contratado é uma “obra divina”, pois a população está disposta a colaborar com as ações da empresa, as nascentes do rio Utinga estão todas represadas por uma enorme barragem geradora de um enorme lago artificial, porém as nascentes contém uma enorme vazão, capaz de vencer a pressão que o grande volume de água exerce sobre elas e alimentar a calha do rio por meio de três vertedouros situados na grande barragem macica de concreto. O rio se encontra em um estado crítico de assoreamento e obstrução por pragas vegetais como taboa, junco, baronesas e descontrole abusivo de capação da água para irrigação por sulcos (inundação) com perdas de mais de 80%, mas a população está disposta a ajudar na revitalização com mudanças para a melhoria do meio ambiente e do empreendimento.
Romero Francisco da Silva - Empresário. Uma iniciativa da
empresa RM Frutas LTDA Me para revitalização do rio Utinga.
Imagem: Davi Zuza - Empresa FegVídeo Parceira.

Do pequeno ao grande produtor, as ações socioambientais fomentadas pela equipe técnica da COFPISNE Sustentável ao longo de trabalhos realizados em outras regiões surtiu efeito revelador entre os produtores irrigantes, ao ponto da empresa ser contratada para realização dos estudos de viabilidade técnica e econômica para revitalização desse rio. Mas a conscientização social e a educação ambiental entre os municípios de Vágner e Utinga já são mecanismos sociais enraizados na cultura popular dessa região na Chapada Diamantina.

O grande exemplo do representante do grupo indígena Payayá, o Sr. Otto Payayá, líder da tribo, foi capaz de mostrar que é possível revitalizar o rio Utinga a baixo custo. De acordo com Otto, a tribo e toda a sociedade depende do rio Utinga, e com isso, eles sempre realizam pesquisas que possam solucionar os impactos negativos do rio. Otto afirma que já conseguiu mapear 45 espécies de sementes nativas e 25 espécies de frutas nativas da Chapada Diamantina. A tribo foi contemplada com um viveiro de mudas pelo governo do estado que já conseguiu produz 25 mil mudas arbóreas nativas para planar nas margens do rio. Além de mudas, a tribo também produz especiarias, cerveja artesanal, óleos de massagem e produtos medicinais naturais nos quais Otto atualmente trabalha com 75 ervas nativas medicinais.
Maykon Mendes - Pesquisador Projetista da COFPISNE Sustentável
Elder - Ambientalista e Pesquisador e Gileno diretor do Cetep de Utinga.
Imagem: Davi Zuza - Empresa FegVídeo Parceira.

Além de Romero, representante da empresa RM Frutas LTDA ME, outros colaboradores fizeram seu papel de conscientização como o Sr. Helder, Pesquisador e Ambientalista, e o Gileno Menezes - Diretor do CETEP de Vágner-Ba, no qual propôs a empresa uma parceria entre a empresa COFPISNE Sustentável e a instituição para o plantio de Capim Vetiver e promoção de estágios para os estudantes.

A metodologia adotada para realização dos estudos de revitalização e plano de gestão hídrica do rio Utinga será a mesma utilizada em outros rios nos quais a empresa já vem desenvolvendo seus trabalhos com sua equipe técnica capacitada. No entanto, as características do local é outra realidade, com novos desafios e premissas específicas.

As visitas técnicas no local da obra são de suma importância para levantamento de dados topográficos, fauna e flora, passivos ambientais, controles fiscais dos usuários da água, saneamento e qualidade da água. As palestras de educação ambiental e conscientização social faz parte do projeto de execução, mas durante o levantamento do estudo, a empresa sempre proporciona à comunidade e aos visitantes, novos conhecimentos relacionados a sustentabilidade e métodos ecológicos para o meio ambiente e o bem está da comunidade ribeirinha.

Planejamento para estudo detalhado do projeto de
revitalização do rio Utinga.
Imagem: Davi Zuza - Empresa FegVídeo Parceira.
O Rio Utinga é um curso de água que banha o estado da Bahia. É um rio muito importante para a agropecuária desenvolvida nas cidades de Utinga, Wagner e Andaraí. Tem como afluente perene o Rio Verde e temporário o Rio Atalaia. A bacia hidrográfica formada pelo Rio Utinga abrange uma área de aproximadamente 3000 km². Esta área hidrográfica, encravada na porção central do estado da Bahia, constitui um subsistema hidrográfico integrante da bacia do Rio Paraguaçu. O Rio Utinga nasce próximo à localidade de Cabeceira do Rio, situada no município de Utinga e distante a apenas 5 km da sede.

O Rio Utinga é responsável pelo abastecimento de grande parte da população dos municípios de Utinga, Wagner, Lajedinho e Andaraí. Suas águas, além de serem usadas para consumo humano e animal são a grande responsável pelo desenvolvimento econômico de toda a região, através da agricultura familiar, agronegócios, pecuária e a piscicultura. Atualmente diversas culturas são cultivadas ao longo do curso do Rio: banana, mamão, café, tomate, pimentão, melancia, abóboras, hortaliças, etc.

A Palavra Utinga, que em Tupi Guarani, significa "águas claras", foi dada pelos povos Payayá, tribo indígena que viveu às margens do rio e que teria dado origem ao povoamento da região. Esse rio, de águas cristalinas é, nos dias de hoje, um tesouro ameaçado. O nível de suas águas é cada vez menor devido ao uso desregrado e insustentável praticado por muitos agricultores e pecuaristas, a poluição, o assoreamento, e a falta de políticas públicas de revitalização e de uso sustentável têm ao iminente fim de um dos mais preciosos tesouros da humanidade.

Além da iniciativa tomada pelo Grupo Banana do Vale e a Tribo Payayá, torna-se necessário as autoridades e as instituições de Estudo e Pesquisas, as Universidades realizarem estudos e desenvolverem projetos que ajudem a preservar e a conhecer os principais impactos sofridos pelo Rio Utinga diante de tanta exploração. A COFPISNE Sustentável é uma empresa especializada em projetos de recuperação hidroambiental que trabalha para o meio ambiente porque preservar a natureza não é apenas uma obrigação, e sim, uma necessidade.
Mobilização social com os irrigantes de banana em Vágner e Utinga-Ba.
Imagem: Davi Zuza - Empresa FegVídeo Parceira.
Maricleia Rodrigues - enfermeira e Otto Payayá - Líder da tribo indígena.
Imagem: Davi Zuza - Empresa FegVídeo Parceira.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Entenda como funciona o mercado de crédito de carbono

Cada tonelada de CO2e (equivalente) não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento pode ser negociada no mercado mundial


A partir dos anos 2000, entrou em cena um mercado voltado para a criação de projetos de redução da emissão dos gases que aceleram o processo de aquecimento do planeta.

Trata-se do mercado de créditos de carbono, que surgiu a partir do Protocolo de Quioto, acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990.

O Protocolo de Quioto criou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que prevê a redução certificada das emissões. Uma vez conquistada essa certificação, quem promove a redução da emissão de gases poluentes tem direito a créditos de carbono e pode comercializá-los com os países que têm metas a cumprir.

“O ecossistema não tem fronteira. Do ponto de vista ambiental, o que importa é que haja uma redução de emissões global”, ressalta o consultor de sustentabilidade e energia renovável, Antonio Carlos Porto Araújo.

Durante a última Conferência do Clima (COP 17), realizada em 2011, na África do Sul, as metas de Quioto foram atualizadas e ampliadas para cortes de 25% a 40% nas emissões, em 2020, sobre os níveis de 1990 para os países desenvolvidos.

“Isso pode significar um fomento nas atividades de crédito de carbono que andavam pouco atraentes”, disse Araújo, autor do livro “Como comercializar créditos de carbono”.

O Brasil ocupa a terceira posição mundial entre os países que participam desse mercado, com cerca de 5% do total mundial e 268 projetos. A expectativa inicial era absorver 20%. O mecanismo incentivou a criação de novas tecnologias para a redução das emissões de gases poluentes no Brasil.

Cálculo
A redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é medida em toneladas de dióxido de carbono equivalente – t CO2e (equivalente). Cada tonelada de CO2e reduzida ou removida da atmosfera corresponde a uma unidade emitida pelo Conselho Executivo do MDL, denominada de Redução Certificada de Emissão (RCE).

Cada tonelada de CO2e equivale a 1 crédito de carbono. A idéia do MDL é que cada tonelada de CO2 e não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento possa ser negociada no mercado mundial por meio de Certificados de Emissões Reduzidas (CER).

As nações que não conseguirem (ou não desejarem) reduzir suas emissões poderão comprar os CER em países em desenvolvimento e usá-los para cumprir suas obrigações.

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